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sábado, 29 de setembro de 2012


No site do Jornal O Globo, a matéria completa sobre dispositivos tecnológicos que contribuem para a redução do tempo de viagem nos corredores da Transoeste. A matéria aborda um exemplo clássico da aplicação dos ITS (Intelligent Transportation Systems, ou Sistemas Inteligentes de Transporte). Um ITS é a reunião de novas tecnologias que auxiliam no monitoramento e na otimização de um determinado sistema de transporte. 

quinta-feira, 27 de setembro de 2012


No site do JB, a matéria completa sobre a tuneladora (Tunnel Boring Machine – TBM; popularmente conhecida como Tatuzão) que será responsável em perfurar os túneis do metrô no trecho de Ipanema até a Gávea (ligando a Linha 1 à Linha 4). A entrega oficial da TBM ocorreu na fábrica da Herrenknecht Tunneling Systems, na cidade de Schwanau, sudoeste da Alemanha.







Janeiro de 2013 é a previsão de chegada da TBM ao Rio.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012


No site do Jornal O Globo, uma matéria avalia as propostas, sobre transportes, de alguns candidatos à Prefeitura do Rio. Vale a pena conferir.

terça-feira, 18 de setembro de 2012


No dia 19 de junho passado foi postado, aqui no Blog, o que seria o “Termo de Prorrogação”: uma série de contrapartidas que o Metrô-Rio deveria cumprir para que o contrato de concessão metroviária, junto ao governo do estado, fosse prorrogado. Uma dessas contrapartidas seria a “Automação da Zona de Manobra da Estação Pavuna”; agora este tópico será mais bem detalhado.

Abaixo o croqui do trecho entre as estações do metrô da Pavuna e de Engenheiro Rubens Paiva. 

Situação Geral (clique para ampliar a foto).

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OBSERVAÇÃO: Um AMV (Aparelho de Mudança de Via) é popularmente conhecido como “desvio”; este dispositivo permite que um trem mude sua direção de uma forma rápida e segura.

Exemplo de um AMV, em uma via ainda em construção.

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Uma composição que sai a estação Engenheiro Rubens Paiva com destino à Pavuna pode “estacionar” no CDV 12 ou no CDV 22. Porém só a manobra “Via 2 – CDV 12 – Via 1” é automatizada; isto é, os operadores do Centro de Controle do Metrô conseguem comandar à distância os AMV´s da Zona de Manobra, permitindo tal procedimento. Esta automação torna a operação mais ágil, contribuindo para a realização de intervalos regulares ao longo de toda a linha.
  
Manobra "Via 2 - CDV 12 - Via 1".



Já a manobra “Via 2 – CDV 22 – Via 1” não é automatizada; um funcionário do Metrô-Rio, devidamente qualificado, tem que acessar à via e operar os AMV´s da Zona de Manobra manualmente. Este é um processo lento, que exige tempo e cuidado para realizá-lo (para que não ocorra um descarrilamento). Devido ao risco, tal manobra é pouco utilizada durante a operação comercial.

Manobra "Via 2 - CDV 22 - Via 1".



Com a chegada das novas composições vindas da China, haverá um número maior de trens no sistema; a automação da Zona de Manobra da Estação Pavuna vai permitir a redução dos intervalos entre os trens. Quem já embarcou durante a semana, no início da manhã, na estação Pavuna sabe como a plataforma central fica cheia. Com a automação da Zona de Manobra, os trens poderão realizar serviço de passageiros ora no CDV 12, ora no CDV 22. Desta maneira, embarcar no terminal Pavuna ficará mais rápido e mais fácil, sem tumultos (naturalmente que a automação da Zona de Manobra demandará um alto investimento; para contornar tal situação, poderia haver uma composição financeira entre a empresa e o governo do estado). Automatizar a Zona de Manobra é a garantia de um serviço de qualidade para os clientes do sistema metroviário do Rio de Janeiro.

domingo, 16 de setembro de 2012


Uma reportagem no site do Jornal O Globo mostra os desafios que o Rio de Janeiro terá pela frente para adaptar plenamente a cidade para os Jogos Paraolímpicos de 2016.

sábado, 15 de setembro de 2012


A concessionária CCR Barcas (antiga Barcas S.A) anunciou que 02 novos catamarãs irão operar na linha Rio-Niterói. As embarcações foram alugadas em Hong Kong, e começam a fazer serviço de passageiros no final deste ano. A matéria completa está no site do Jornal O Globo.

TRAFFIC CALMING


Consiste no uso de regulamentações e dispositivos físicos para controlar a velocidade de veículos e induzir motoristas a uma forma mais segura e mais responsável de dirigir.

O Traffic Calming (uma área dentro da Engenharia de Tráfego) pode ser definido, num sentido mais amplo, como sendo uma política de transportes que prioriza o trânsito de pedestres, além de incentivar o uso de bicicletas e do transporte público. Num sentido mais restrito, o Traffic Calming busca reduzir a velocidade dos veículos; diminuir o número e a gravidade dos acidentes; e reduzir os níveis de poluição (sonora inclusive).

Um cruzamento com travessia de pedestres; sinalização com um forte apelo visual.

 Para atingir seus objetivos, o Traffic Calming utiliza uma série de dispositivos físicos em ruas e calçadas; entretanto, tais dispositivos não poderão impedir a livre circulação de pedestres. Dentro do projeto de Traffic Calming está previsto o escoamento disciplinado das águas pluviais, bem como a limpeza, a manutenção e a coleta de lixo do local em questão.

O mesmo cruzamento; um tráfego mais calmo e organizado.

 As técnicas específicas de Traffic Calming estão divididas em duas categorias: medidas de redução de velocidade; e medidas de segurança e apoio. São exemplos de medidas de redução de velocidade: deflexões verticais (lombadas); deflexões horizontais (curvas); rotatórias; e regulamentação de prioridade. As medidas de segurança e apoio criam um ambiente que induza a um modo prudente de dirigir; são exemplos desta categoria: estreitamento de pista; pisos diferenciados; canteiros centrais; ampliação de calçadas; e um novo mobiliário urbano.

Mini-rotatória: diminui-se as velocidades e os riscos de acidentes.

  O “Platô” é um exemplo de deflexão vertical: uma seção elevada na via, com a mesma altura da calçada, que funciona como faixa de pedestre. O objetivo é reduzir a velocidade dos veículos e criar condições mais seguras para a travessia de pedestres. O platô é construído com um material diferente do revestimento da rua bem como o da calçada. Desta maneira, o platô será facilmente identificado por motoristas e por deficientes visuais.

Exemplo de um platô; ao fundo observa-se o trabalho de pintura do piso.

Juntamente com a instalação de dispositivos, o Traffic Calming pode (e deve) vir acompanhado de um projeto urbanístico. Este projeto pode incluir: o fechamento total ou parcial de vias (assegurando o pleno acesso de pedestres, e mesmo que limitado, o de veículos); a instalação de equipamentos de lazer nos espaços públicos; e um tratamento paisagístico no local em questão. A ideia é criar um forte apelo visual, acarretando na mudança de comportamento de pedestres e motoristas.

O Traffic Calming ajuda a tornar o trânsito mais humano nas ruas de uma cidade. Afinal, são vidas humanas que estão em trânsito, dentro de cada veículo, sobre cada calçada.
  
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NOTA: alguns conceitos de Traffic Calming podem ser aplicados nos corredores da Transoeste. Reforço na sinalização horizontal e vertical; distribuição de panfletos informativos para pedestres e motoristas; implantação de cercas-vivas e guardrails; estes são exemplos de medidas que irão tornar os corredores BRT mais seguros. É notória a má educação, no trânsito carioca, de motoristas e pedestres. Mesmo assim, a Prefeitura do Rio precisa agir. Acidentes e atropelamentos quase que semanalmente nas pistas da Transoeste (algum deles fatais); é de suma importância que as autoridades da cidade elaborem um plano de ataque. É necessário revisar o projeto da Transoeste e apontar possíveis erros nos corredores expressos. Este estudo servirá inclusive como referência para a implantação dos outros corredores de BRT da cidade. 

segunda-feira, 10 de setembro de 2012


Já foi comentado aqui em postagens anteriores da necessidade, no Rio de Janeiro, de mais iniciativa e mais participação do Poder Público; e ainda, de um maior respaldo técnico para o desenvolvimento de uma política de transportes para o Grande Rio. Uma matéria no site da BBC Brasil ilustra as preocupações e as opiniões de especialistas sobre esse assunto.

Em relação aos transportes de massa sobre trilhos, as cidades de Londres, Paris, Moscou, Nova Iorque e Tóquio são sempre referências. Mas não é preciso ir tão longe: no Brasil, o governo paulista tem investido maciçamente para ampliar cada vez mais o sistema metro-ferroviário do estado. Uma matéria no site da Folha de S. Paulo mostra bem a situação vivida pela Grande São Paulo. Vale a pena conferir.