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quarta-feira, 27 de março de 2013


METRÔ RUMO À BARRA – VISITA ÀS OBRAS




No último domingo, o Consórcio Construtor Rio-Barra (CCRB) organizou mais uma visita às obras que levarão o metrô até a Barra da Tijuca. O ponto de partida foi o canteiro instalado próximo à futura Estação Jardim Oceânico. Segundo informações do CCRB, em fevereiro de 2014, terá início a instalação da via permanente (trilhos e dormentes de concreto). O CCRB é responsável pela construção do trecho do Jardim Oceânico até a Gávea; a operação do sistema ficará sob controle da Concessionária Metrô-Rio.

Os túneis que farão a ligação até São Conrado.

Túnel que levará os trens até a Estação São Conrado.

É por aqui que chegarão os trens vindos de São Conrado.
  
Entrada do túnel da obra; o metrô passará por aqui.

Detalhe do túnel escavado no Morro Focinho do Cavalo.

Ao fundo, o Canal da Barra. Sobre ele, será construída uma ponte estaiada que fará a ligação com a estação Jardim Oceânico. 
























As visitas acontecem uma vez por mês, e são abertas ao público. O agendamento pode ser feito através do e-mail: visitaguiada@ccrblinha4.com.br

domingo, 24 de março de 2013


REABERTURA DA ESTAÇÃO CANTAGALO




Fechada desde o dia 23 de fevereiro, para a execução das obras que levará o metrô até a Barra da Tijuca, a estação Cantagalo foi reaberta no último dia 16, operando em regime especial: uma composição – somente – faz a ligação entre as estações Cantagalo e Siqueira Campos (este trem é conhecido como "Shuttle"). Os passageiros, na estação Cantagalo, que desejarem seguir viagem, deverão embarcar no shuttle até a estação Siqueira Campos; lá, deverão desembarcar e ingressar em uma outra composição. Os trens provenientes do terminal Saens Peña seguem até Siqueira Campos e de lá retornam ao terminal. A estação de General Osório permanece fechada, com previsão de reabrir no fim do ano.



Na estação Cantagalo, o embarque é realizado na plataforma que originalmente era utilizada pelos passageiros que seguiam sentido Saens Peña.

O shuttle parte rumo à estação Siqueira Campos.




shuttle desembarca passageiros na estação Siqueira Campos; na Via 1, a chegada do trem proveniente do terminal Saens Peña.








Na estação Siqueira Campos, os passageiros deverão desembarcar pelo lado direito, subir as escadas e se dirigirem à plataforma do outro lado. O mesmo procedimento vale, de forma análoga, para os passageiros que desembarcam na estação Siqueira Campos e seguirão viagem até a estação Cantagalo.





O trem estacionado na Via 1 retorna ao terminal Saens Peña pela Via 2. O shuttle segue rumo à estação Cantagalo.









Neste regime especial de operação, é preciso que o Centro de Controle do Metrô-Rio coordene as chegadas dos trens à estação Siqueira Campos. O tempo gasto pelos passageiros no deslocamento de uma plataforma até a outra deverá ser considerado. Sendo assim, a operação ideal seria:

#1º - chegada do shuttle à estação Siqueira Campos

#2º - chegada à Siqueira Campos do trem proveniente do terminal Saens Peña

#3º - transferência de passageiros

#4º - trem parte com destino ao terminal Saens Peña (esta composição precisa cumprir intervalos regulares para que o sistema como um todo opere na normalidade)

#5º - o shuttle retorna à estação Cantagalo (sendo o único trem do trecho, o shuttle cumpre intervalos maiores e mais flexíveis)


Coordenando bem as chegadas dos trens à estação Siqueira Campos, os passageiros seguirão viagem sem maiores contratempos. 

Plataforma da estação Cantagalo onde o shuttle realiza serviço de passageiros.  Ao fundo, é possível observar que o túnel que segue até General Osório está interditado.

Detalhe da entrada do túnel.

terça-feira, 19 de março de 2013


NÃO HÁ SOLUÇÃO MÁGICA



Na edição do último domingo, o Jornal O Globo publicou duas reportagens sobre os meios de transporte do Rio de Janeiro: a primeira aborda o tempo gasto para se deslocar de casa até o trabalho; a segunda mostra o total desconforto enfrentado pelos passageiros de ônibus na cidade. Abaixo, um gráfico e um "raio-x" que ajudam explicar o caos que se vive hoje no Rio. O transporte sobre trilhos é a única saída para se evitar o colapso do sistema de transporte da cidade.




quarta-feira, 13 de março de 2013


O TATUZÃO JÁ ESTÁ NO RIO


Na última segunda-feira, uma reportagem do RJ-TV 2ªEdição (TV GLOBO) mostrou o desembarque do equipamento responsável pela perfuração dos túneis do metrô entre Ipanema e a Gávea (dentro do projeto de ampliação do metrô até a Barra da Tijuca). Popularmente conhecido como Tatuzão, a tuneladora (Tunnel Boring Machine) foi construída na Alemanha, sendo desmontada para que fosse transportada de navio até o Brasil. 

O tatuzão, montado, ainda na Alemanha.

terça-feira, 5 de março de 2013



TRANSPORTE SUSTENTÁVEL NAS RUAS DO RIO




Nesta terça-feira, numa parceria com a Prefeitura do Rio e a Petrobras Distribuidora, a montadora japonesa Nissan entregou 2 carros 100% elétricos; tais veículos irão fazer parte da frota de táxis da cidade. Movidos por baterias de íon-lítio, esses carros possuem uma autonomia de 160 Km. Em dois postos da Petrobras, um na Barra da Tijuca e outro às margens da Lagoa Rodrigo de Freitas, existem os Quick Chargers (carregadores rápidos): equipamentos que permitem que as baterias sejam carregadas em 20 minutos. Até o fim do ano, mais 13 táxis elétricos (também fornecidos pela Nissan) irão circular pelas ruas da Rio.



Os táxis elétricos entregues hoje farão parte de uma cooperativa que atua no Aeroporto Santos Dumont. A recarga das baterias dos veículos será gratuita; e não haverá repasse de percentual das corridas à Nissan. Os carros elétricos ficarão emprestados por cerca de três anos aos taxistas.



 O modelo escolhido foi o Nissan LEAF, com mais de 50 mil unidades vendidas em todo o mundo. Através de carregadores caseiros, em 8 horas, as baterias de íon-lítio são recarregadas. Lançado comercialmente nos Estados Unidos e no Japão em dezembro de 2010, e na Europa no ano seguinte, o Nissan LEAF não emite gases poluentes e praticamente não faz barulho. O uso de tecnologia limpa diminui a poluição causada pelos veículos, tornando as cidades lugares mais agradáveis para se viver bem.



FONTE: JORNAL O DIA; JORNAL DO BRASIL; JORNAL O GLOBO