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quarta-feira, 16 de janeiro de 2013


NOVOS ÔNIBUS NAS RUAS DA CIDADE




Desde o fim do ano passado, novos ônibus circulam pelas ruas do Rio. Os veículos, do Consórcio Intersul/São Silvestre, são ônibus de piso-baixo, com linhas harmoniosas, dotados de ar-condicionado; a passagem custa R$ 2,85 (a tarifa modal é de R$ 2,75). No site Ônibus Brasil existem mais fotos do novo modelo. Este ano, dois vídeos foram gravados onde aparece o novo ônibus: nos dias 06 de janeiro e 12 de janeiro. Não há informações se este modelo será o padrão da frota de ônibus da cidade.

Novo ônibus: linhas harmoniosas (Foto: Toni Cristian)

O novo modelo pelas ruas de Copacabana (Foto: Carlo J.)


Em 2011, novos ônibus começaram a operar em algumas linhas da cidade; são veículos do tipo "piso-baixo", porém não são dotados de ar-condicionado. Esses ônibus receberam o apelido de "Beluga" devido à semelhança dos veículos com as baleias de mesmo nome. 

O ônibus "Beluga"


A baleia Beluga

domingo, 13 de janeiro de 2013


UNDERGROUND - O METRÔ DE LONDRES



  
Esta semana o metrô de Londres completou 150 anos. Conhecido como UNDERGROUND (na tradução, "Subterrâneo"), este sistema metroviário, o mais antigo do mundo, possui quase 300 estações, distribuindo-se por mais de 400 Km de trilhos. Algo extraordinário; um exemplo a ser seguido pelos governantes aqui no Brasil.  



Uma reportagem da BBC Brasil indica que, no ritmo atual de expansão, o metrô de São Paulo levaria 172 anos para igualar o metrô londrino em extensão (apesar de São Paulo, indiscutivelmente, ser o estado brasileiro que mais investe em metrô no país). É uma informação muito preocupante.   

E para celebrar o aniversário do UNDERGROUND, o Museu de Transportes de Londres organizou uma exposição com 150 cartazes que retratam o metrô da cidade. A mostra começa em fevereiro, e vai até outubro deste ano.  

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013


AINDA SOBRE O BRT/TRANSOESTE



Nesta semana, reportagens no Jornal O Globo abordam alguns problemas existentes nos corredores da Transoeste; incluindo aí a interdição de uma das galerias do Túnel da Grota Funda. Abaixo, os links das matérias:



terça-feira, 8 de janeiro de 2013


O PORQUÊ DA “MÃO INGLESA” (NÃO-OFICIAL)



No Reino Unido e nos países que foram antigas colônias britânicas, os volantes dos carros ficam na direita; e os veículos circulam pela esquerda. Numa rua de mão-dupla, a pista que “vai” fica na esquerda; a que vem fica na direita. Mas por que motivo?

Direita " indo " e esquerda " voltando ".


  No Século XVIII, época dos cavaleiros e das carruagens, todos viajavam pelo lado esquerdo das estradas. Eram tempos difíceis; ter uma espada sempre à mão era a única garantia de uma viagem mais segura. Naquela época, assim como hoje em dia, a maioria das pessoas era destra. Para não serem surpreendidos, os cavaleiros mantinham-se do lado esquerdo das estradas. Caso algum oponente viesse ao seu encontro (pelo lado direito da estrada), seria mais fácil (e rápido) usar sua espada (posicionada à direita do cavaleiro).

Tudo ia muito bem até Napoleão Bonaparte entrar em cena. O imperador francês, ampliando cada vez mais seus domínios, decretou: nas estradas da Europa Continental, cavaleiros e carruagens deverão sempre manter-se à direita. Napoleão tomou esta decisão por dois motivos: primeiro, apagar da memória de todos um costume tipicamente inglês (Inglaterra e França eram inimigos na época); segundo, porque o próprio imperador francês era canhoto. Ficando à direita das estradas, Napoleão poderia duelar com seus oponentes mais facilmente. A ordem se estendia aos exércitos franceses; e nas carruagens, o cocheiro deveria ficar no lado esquerdo (assim como acontece nos veículos hoje em dia, circulando pela direita, com o volante do lado esquerdo do carro). A partir de Napoleão houve uma clara divisão nas regras de circulação: ingleses cavalgando pela esquerda; franceses pela direita.

Os EUA foram descobertos pelos ingleses. Mas na sua consolidação como pais sofreu influência também de franceses e holandeses. E a França e a Holanda adotavam a regra da mão-francesa. Além disto, depois de conquistarem sua independência, os norte-americanos queriam romper qualquer tipo de ligação com a sua antiga metrópole; cavalgar pela direita inclusive. Então foi feito como Napoleão fazia. Com o estouro da produção em massa de carros nos Estados Unidos (seguindo a convenção criada por Napoleão), países sem tradição automobilística importavam carros norte-americanos, e adotavam por consequência o jeito francês de circulação no trânsito.

Na América Latina, colonizada por espanhóis e portugueses, a mão francesa também foi adotada, uma vez que Espanha e Portugal ficaram sob domínio de Napoleão durante muito tempo. Curiosamente a Argentina adotou a mão-inglesa até o começo dos anos 40; decidiu pela mudança para que seus veículos pudessem circular pelos outros países sul-americanos sem maiores problemas.

Há uma corrente na Europa que defende a ideia do Reino Unido adotar a mão-francesa no trânsito de veículos. O problema que tal mudança iria custar milhões de libras/euros. Placas e sinalização nas estradas; reeducação de pedestres e motoristas; códigos de trânsito. Uma mudança drástica no comportamento de todos os britânicos. Melhor deixar do jeito que está. A Suécia foi um dos últimos países europeus a adotar o modelo francês de condução; a mudança ocorreu em 1967.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013


PISTAS DA TRANSOESTE A PERIGO



Em matéria publicada na edição de ontem do Jornal O Globo, alguns trechos da pista do BRT/Transoeste mostram sinais de falta de manutenção (ou falha de construção). Na reportagem, um engenheiro sugere inclusive que ao invés de asfalto (pavimento flexível), as pistas da Transoeste poderiam ter sido construídas utilizando placas de concreto (pavimento rígido). Existe uma galeria de fotos que mostram alguns pontos críticos da Transoeste.

E hoje, o Jornal O Globo publica uma reportagem com a justificativa da empreiteira responsável pelo trecho supracitado. Segundo a empresa, não foi respeitado o tempo necessário para que o asfalto da pista assentasse; só depois deste prazo é que os ônibus do BRT poderiam circular pelo local.